Aulas importantes marcaram o fechamento do ano no Sinog. Filiados, cirurgiões-dentistas e profissionais de diversas áreas da saúde participaram dos nossos programas de aperfeiçoamento profissional, na Universidade Corporativa Abramge – UCA. Além do curso de Excelência em Gestão de Operadoras Odontológicas, que já está na terceira turma, foi realizado o seminário de Formação de Preços nos Planos Odontológicos, em setembro, e no último dia 29 aconteceu o Seminário Dimensionamento de Rede na Área de Planos Odontológicos. Para 2018 já temos programado quatro seminários voltados às operadoras odontológicas e muito mais.

Os diretores regionais e associados do Sinog estiveram em São Paulo, no último dia 30, para participar da Reunião Geral para Prestação de Contas, em que o presidente Geraldo Almeida Lima apresentou os resultados da gestão em 2017. Entre os destaques, foram apresentadas as principais diretrizes estratégicas e regulatórias, os acordos coletivos de trabalho, os serviços prestados aos associados – dos departamentos jurídico e econômico – e as ações de comunicação.

O presidente do Sinog, Geraldo Almeida Lima, divulgou um artigo no Linkedin em que comenta resultados e ações da sua gestão em 2017. Entre eles, o crescimento sustentável da odontologia de grupo, a atuação do Sinog junto às operadoras e seus associados, a incessante busca pelo crescimento do setor de planos odontológicos no país e as diretrizes estratégicas e regulatórias, entre outros pontos.

CONFIRA A ÍNTEGRA

A Folha de S.Paulo publicou, com exclusividade, no caderno Mercado Aberto, uma nota sobre o estudo Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISSQN): mudanças e impacto na carga tributária dos planos de saúde, realizado pelo Sistema Abramge, alertando sobre como a Lei Complementar N°157/2016, em vigência desde maio, pode comprometer o acesso a planos odontológicos em diversas cidades. Marcos Novais, economista-chefe do Sinog, explicou à reportagem a nocividade da medida para as operadoras e seus beneficiários. Ele disse, por exemplo, que em alguns municípios a regra tem definido a alíquota máxima de 5% sem descontar os gastos das operadoras com despesas assistenciais, levando a um aumento de até 366% na carga tributária.

CONFIRA